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ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E LONGEVIDADE

ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E LONGEVIDADE

    Muitas evidências científicas comprovam que a atividade física regular retarda o
declínio da capacidade funcional associado ao envelhecimento. Independente de
quando uma pessoa se torna ativa, os exercícios podem reverter perdas de função, então, nunca é tarde para começar!

    Após a menopausa e a andropausa os níveis hormonais tendem a diminuir ano após ano, o que se reflete na perda de massa muscular, na maior facilidade de acumular gordura por uma desaceleração do metabolismo e pela própria perda muscular (exigindo menor gasto de energia), na instabilidade do humor (muitas vezes facilitando quadros de depressão) e no aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis, especialmente as cardiovasculares.

    O exercício regular reduz substancialmente estas consequências, tornando o envelhecimento um processo mais longo, já que há um aumento na expectativa de vida de pessoas ativas, sendo possível manter a autonomia e a qualidade de vida.

  Quais exercícios são indicados para faixas etárias acima de 60 anos?        

   Os exercícios de força, pois revertem a perda de massa muscular, mantêm a densidade óssea (prevenindo osteoporose, artrites, artroses.), auxiliam a mobilidade, diminuem os riscos de queda, são mais efetivos na regulação do humor e previnem a depressão.

    Exercícios aeróbicos auxiliam a prevenção e o tratamento de cardiopatias, previnem alguns tipos de câncer (comprovadamente de cólon, mama, próstata e pulmão), melhoram a função neurocognitiva,  e melhoram a capacidade cardiorrespiratória (VO2).

    Exercícios de flexibilidade, que são responsáveis pela manutenção da mobilidade articular e revertem problemas posturais causados por encurtamento muscular.

    Exercícios de propriocepção, que melhoram o equilíbrio estático e dinâmico, melhoram a coordenação motora e reduzem, junto com o aumento da força muscular, os riscos de quedas.

     Enfim, a atividade física regular traz benefícios à saúde em qualquer fase da vida, mas inúmeras pesquisas demonstram que mantê-la ou iniciá-la na terceira idade interfere positivamente na autonomia e na qualidade de vida,  tendo um impacto real na longevidade.


Por

Marcella Freire Ventin

  


















































































































































































































































































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